Bruno Eugênio

É isso: E mais uma campus party vai chegando ao último dia aqui em Recife. Nesse segundo post da série vou condensar o que tenho visto de legal por aqui. Pode até ser pretensioso escrever BEM antes do final do evento em si mas… É isso.

Palestras

Sim, tivemos várias coisas bacanas para todos os gostos. Falando em termos de desenvolvimento e segurança da informação (palco Júpiter) bastante interessantes. Destaques para a palestra sobre guerras e exércitos digitais e a sobre desenvolvimento e segurança. Ah, uma surpresa até boa foi ver a palestra da Mari Moon (lembra dela?) no palco Vênus sobre Internet, anos 2000 e negócios. Apesar de perder na quantidade de “caralhos” que a mesma soltou durante seu tempo no palco, a estória da moça bem legal.

Cadeiras

É, eu já falei sobre isso no post anterior mas quero falar novamente sobre isso: como podem as cadeiras não serem suficientes para a quantidade de pessoas que circulam no evento? Isso é uma falha recorrente (aqui e em São Paulo) e acho que a organização simplesmente ignora. Lamentável.

Coisas bizarras

Depois de três dias morando em uma arena com 4000 pessoas, claro que você vai ver coisas bizarras como 100 monitores tocando Gandalf – Epic Sax Guy em looping (na verdade, são dez horas de play…) e pessoas dormindo embaixo das mesas. Porém você só nota isso quando para para escrever um post como esse….

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Programaê

Não conhecia essa iniciativa de levar o código para as massas e fiquei muito feliz ao ver a galera brincando de código para trocar prêmios MAS ao mesmo tempo achei que os desafios propostos eram “fáceis” demais. Mesmo assim, uma ótima e bem vinda evolução para a tradicional correria que era para pegar um brinde! Acesse o site da iniciativa caso você não entenda nada de programação mas tem vontade de aprender!

Todas as idades

E com a onda dos E-Sports em alta nada mais normal do que uma geração que já nasce conectada ir a Campus Party para jogar! Porém, há muitos garotos que vão por curtir robótica e programação; Os pais, orgulhosos, levam os filhos e aproveitam para entender um pouco mais sobre o evento.

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Meu companheiro de mesa não tinha 15 anos….

É isso, fui pela diversão e pelo café. Lá tinha aos montes e fiquei feliz de rever os amigos de outras edições. Meta para 2016? Ir como palestrante! Afinal de contas…

Câmbio, desligo!

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